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UMA CORRENTE DE OURO QUE NÃO PODE SER ROMPIDA

24 de setembro de 2013

                                                                salvação

Creio firmemente nas promessas de Deus, além de ter uma grande convicção de que tais promessas são eficazes para mortificar o pecado de nossas perfeições.

A fé que salvou o cristão é um dom de Deus, e sendo assim é algo indestrutível. Ela não pode ser vencida por nenhuma tribulação, seja interna ou externa. Nada do que sentimos ou sofremos poderá nos separar de Cristo, se pertencemos de fato a Ele, por termos sido justificados e regenerados.

Deus trabalhará em nós através de todas estas coisas que no presente nos parecem adversas, mas que no fundo estão contribuindo para o nosso bem, de maneira que sejamos aperfeiçoados em santificação e amor; o que nos fará experimentar em graus cada vez maiores a plenitude que há em Cristo.

É, portanto por meio de todas estas coisas, que os cristãos são mais do que vencedores por meio do amor de Jesus.

Que motivação maior contra o pecado que o amor de Cristo por nós?

Os verdadeiros filhos de Deus podem ser castigados pelo Senhor, mas nunca serão condenados com o mundo.

Nossa união com cristo, pela fé, nos da segurança na graça divina.

Alguém se aproveita desta doutrina, e até se acha na liberdade de poder praticar pecados, porém, tais pensamentos são abomináveis a um coração regenerado, que tem seu prazer na lei do Senhor da vida.

O fato de sermos falhos e carêntes de Deus para podermos usufruir das dádivas de seu grande amor, não diz que estamos recebendo autorização para fazer tudo de errado, mas muito pelo contrário, somos exortados a cair de joelhos e reconhecer a dimensão, altura, largura e profundidade do grande amor Divino.

Quem abraça a misericórdia e a graça, não tem maior felicidade que amar e ser amado por Deus, mesmo diante de todas as dificuldades.
Aqui está a ordem das causas da nossa salvação, uma corrente de ouro que não pode ser rompida:

Romanos: 8. 29.

Porque os que dantes conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos;

30. e aos que predestinou, a estes também chamou; e aos que chamou, a estes também justificou; e aos que justificou, a estes também glorificou.

31. Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?

32. Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como não nos dará também com ele todas as coisas?

33. Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica;

34. Quem os condenará? Cristo Jesus é quem morreu, ou antes quem ressurgiu dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós;

35. quem nos separará do amor de Cristo? a tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?

Ninguém tem poder de tirar Cristo do cristão, nem muito menos arrancar o cristão de Cristo.

O amor eterno de Deus é a fonte de onde fluem todas as garantias da graça salvadora. Os pecadores se sentem felizes em seus pecados, porém aqueles que foram regenerados só se realizam nos lugares celestiais em Cristo.

Isto só pode ser possível por causa de uma mudança de natureza, que só ocorre em quem é regenerado. Só Deus tem este poder, além do mais, esta é uma sentença bíblica que diz quem não nascer de novo não tem parte com Deus,  e jamais entrará em seu reino.

 

Há uma solidez na graça verdadeira, um peso substancial que opera no homem com poder e o governa. A graça verdadeira tem a posse do coração do
homem, de sua natureza interior, e influencia todas as suas faculdades
e o faz seguir convicto, no caminho do dever que glorifica a Deus.

Há algo nas experiências e  afeições dos verdadeiros
santos que os tornam dotados de uma natureza prática, uma
vida real que glorifica a Deus em submissão alegre.” Essa é a obra
permanente do Espírito de Deus nos corações que Ele regenerou.

Mas cuidado! Como certa vez disse John Owen (1616-1683), é possível
estarmos perturbados pelas consequências do pecado, mesmo sem
odiarmos o próprio pecado. Na sua perturbação você pode estar buscando a
misericórdia de Deus e ao mesmo tempo se apegando ao pecado que ama.

Esse é o exato oposto do operar da verdadeira Graça.

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From → evangélica

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